04/11/2009

MUIRAQUITÃ, personagens (1).


Miguel de Andrade (1,75 m de altura, rapaz branco, cabelos castanhos, olhos verdes, 20 anos de idade): estudante de Biologia nascido em Minas Gerais, Miguel é um indivíduo calmo, um tanto tímido e um pouco medroso (o que é compreensível se considerarmos que, de uma hora para outra, ele passa a ter de enfrentar lobisomens e bichos-papões). Racionalista, até encontrar e “se misturar” com o Muiraquitã, Miguel não acreditava em fenômenos sobrenaturais. Mas essa experiência e os estranhos fatos que ele passa a presenciar começam a mudar sua forma de ver as coisas. O que também muda, após o encontro com o Muiraquitã, é a cor de seus olhos, que deixam de ser castanhos para se tornarem verdes. Entre os poderes que o jovem adquire estão a capacidade de enxergar no escuro, uma maior agilidade para se movimentar, além da sensação de que “algo diz que...” algum fato especial está por acontecer. Depois de conhecer o Professor Cornelius e Luana Flamarion, Miguel acaba se juntando a eles como membro da Sociedade de Estudos Sobrenaturais - SES. Não demora muito também para o rapaz se apaixonar pela bela Luana.

6 comentários:

João Henrique Belo disse...

Bem legal Srbek. Me simpatizei pelo personagem e pela história somente com sua descrição.
Me responde uma coisa, o que acha mais importânte para se tornar um roteirista:
bons livros sobre roteiro ou leitura constante e pesquisa?

Ou as duas coisas...

Wellington Srbek disse...

Olá João,
Rapaz, se eu sirvo de exemplo, nunca li nenhum livro sobre roteiro. Não acredito nem um pouco nas fórmulas e modelos que esse tipo de livro ensina. O que sei eu aprendi fazendo e estudando o trabalho dos outros, além de ler e pesquisar muito, como ensino aos alunos do meu curso de quadrinhos.
Realmente o Miguel ficou muito simpatico no traço do Damasceno! E continue acompanhando as postagens do blog nesta semana, pois elas trarão outros personagens bacanas de Muiraquitã. E se quiser conhecer mais sobre essa HQ, o álbum original ainda está disponível. Outras informações na Loja e nos Extras de http://www.maisquadrinhos.com.br/.
Abraço!

Flávio Túlio disse...

Olá Wellington. Quando terminei de ler Muiraquitã, realmente, a sensação que tive é que a obra publicada em 2006 era a apresentação de uma série que teria muitos episódios. Torço muito para que vocês consigam levar o projeto à frente. Quanto ao novo visual, achei que o Miguel desenhado pelo Eduardo Damasceno ficou bem interessante. Mas você não acha que o traço do Laz Muniz é mais adequado para o clima de mistério e suspense de Muiraquitã?
Os roteiros vão seguir na mesma linha da primeira edição ou teremos grandes mudanças?

Wellington Srbek disse...

Grande Flávio!
Rapaz, você tem toda razão quanto ao estilo do álbum original, pois o clima ali era mesmo de mistério e terror. Mas a ideia para essa nova série (se é que algum dia ela chegará a existir) é realmente recomeçar do zero, restabelecendo o visual dos personagens e das HQs para algo mais moderno e dinâmico, uma vez que os roteiros também serão voltados a um público mais jovem.
Eu sempre fiz quadrinhos para leitores adultos, mas estou muito interessado nos últimos tempos em produzir HQs para um público infantojuvenil.
Não estou dizendo que meus trabalhos venham a alcançar uma importância cultural algum dia (a despeito de sua qualidade e originalidade), mas é aquela coisa: eu sempre me pergunto porque os meninos e meninas brasileiros devem se tornar fãs de Ben 10 ou Meninas Superpoderosas, em vez de curtirem personagens criados no Brasil que tenham mais a ver com nossa realidade e cultura.
No mais, grande abraço!

luhan disse...

Gostei do traço do Eduardo, bem bacana.

Muiraquitã é um quadrinho que realmente deu aquele gostinho de quero mais.

Torço pro projeto ir pra frente!

Wellington Srbek disse...

Valeu pela torcida, Luhan! Trabalhos como Muiraquitã e Solar foram realmente feitos tendo em mente a possibilidade de seguirem como séries. O que tem impedido isso é a inexistência de uma editora interessada em investir neles... Ideias e vontade de trabalhar não faltam!
Abraço!